Miguel Ângelo, atacante do Paysandu — Foto: Jorge Luís Totti/Paysandu

Confiança em alta: Ângelo elogia preparação do Paysandu para o Parazão

O Paysandu continua com uma preparação intensa para a estreia no Campeonato Paraense, que acontecerá no dia 25 de janeiro contra o São Raimundo de Santarém no Estádio da Curuzu. Sob a direção do treinador Júnior Rocha, o time bicolor executa as atividades diárias de pré-temporada, com o suporte do assistente Macaé e do preparador físico Léo Cupertino.

Paysandu enfrenta desafios e aposta em jovens da base para sequência da temporada | Jorge Luis Totti, ascom Paysandu

Como parte do planejamento da comissão técnica, o Papão realizou um jogo-treino contra o Cametá no CT Raul Aguilera no último sábado. A partida terminou empatada em 1 a 1. Antes do começo do campeonato estadual, a atividade foi realizada para avaliar o elenco, ajustar o condicionamento físico e dar ritmo de jogo aos jogadores. O atacante Miguel Ângelo, de 19 anos, é um dos jogadores que tenta conquistar um lugar no time principal.

Miguel, nascido em Magalhães Barata e uma das promessas do futebol paraense, começou sua carreira ainda na infância, sempre jogando futebol de campo.

“Comecei jogando na minha cidade, sempre no campo. Nunca joguei futsal. Como fui me destacando, o pessoal começou a olhar diferente para mim e me levou para treinar em um clube próximo, o Corrente”.

Entre os jogadores que buscam espaço no grupo principal está o atacante Miguel Ângelo, de 19 anos. | Foto: Jorge Luís Totti/Paysandu

Em 2021, Miguel foi para o Castanhal devido ao seu bom desempenho. Após dois anos, ele ingressou no Paysandu, onde construiu uma carreira notável nas categorias de base. Em 2023, pelo time Sub-17, ganhou a Copa Pará e o Campeonato Paraense, além de ser o artilheiro das duas competições. Em 2024, jogando pelo time Sub-20, conquistou novamente o campeonato estadual e continuou apresentando boas performances individuais.

De acordo com o jogador, o ano de 2025 foi o mais significativo de sua carreira até o momento.

 “Foi um ano muito especial. Chegamos à final do Paraense, eu fui artilheiro da competição e também disputei a Copa do Brasil, onde fui vice-artilheiro. Estava muito focado, treinando bem, me alimentando bem e descansando para estar preparado na hora dos jogos”.

Miguel também destacou o papel da comissão técnica em seu processo de desenvolvimento.

“O professor Macaé, o Léo Cupertino e toda a comissão ajudam muito a gente, motivam bastante. Eles sempre falam que quem estiver melhor vai jogar. A gente acredita nisso e trabalha forte, tanto no físico quanto no mental, sempre com fé em Deus”, concluiu.