A reunião que oficializará Márcio Tuma como presidente e Ícaro Sereni como vice-presidente de operações foi agendada pelo Conselho Deliberativo do Paysandu para o dia 22 de janeiro. A definição acontece semanas depois da renúncia de Roger Aguilera, durante um dos períodos mais críticos da história recente do clube.

Tuma tomou posse imediatamente após a saída do antigo mandatário, enquanto Ícaro Sereni, que exercia a função de diretor adjunto, passou a fazer parte do núcleo central da nova administração. Ambos aguardam apenas a aprovação oficial do Condel para que os cargos sejam formalizados.
Desde a alteração na liderança, o Paysandu realizou ajustes internos para assegurar a operação administrativa do clube até a oficialização final da diretoria. A posse tem como objetivo fornecer apoio político e institucional à administração que liderará o clube até o término do mandato.

Espera-se que o encontro tome decisões estratégicas importantes para a temporada de 2026, especialmente considerando o rebaixamento à Série C do Campeonato Brasileiro e a pressão financeira que envolve o clube.
Apesar da instabilidade, os setores fundamentais permanecem ativos, abrangendo finanças, comunicação, patrimônio, futebol feminino e áreas administrativas, em um esforço de reestruturação após um ano caracterizado por desafios tanto internos quanto externos.

O Paysandu também está lidando com vários processos trabalhistas em curso, o que aumenta a responsabilidade da nova diretoria. Internamente, a posse de Tuma e Sereni é considerada o começo de um novo período, com a tarefa de restaurar a credibilidade da instituição e reestruturar o cenário político do clube.
A reunião marcada para o dia 22 deve representar um avanço significativo na busca do Paysandu por estabilizar a administração fora de campo, a fim de se preparar para os desafios esportivos e administrativos da próxima temporada.
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