Técnico Júnior Rocha falou do desempenho da equipe no revés diante do Mapará (Jorge Luís Totti/Paysandu)

Após nova partida sem vencer, técnico do Paysandu faz avaliação do time: “Depois da…”

A derrota por 2 a 0 para o Cametá na noite de quarta-feira passada (11) no Parque do Bacurau revelou um Paysandu bastante distinto daquele que jogou contra o Remo. O Lobo apresentou desorganização, cometeu muitos erros de passe, utilizou frequentemente lançamentos longos e vivenciou o terceiro jogo consecutivo sem vencer.

Foto: Jorge Luís Totti/Paysandu

“Achei que oscilamos no que não estamos acostumados a fazer, que são as ligações diretas. No primeiro tempo deixamos de fazer o que treinamos. Melhoramos um pouco depois da parada médica, mas vacilamos. O Cametá teve as oportunidades e fez, e nós não conseguimos concluir as que criamos”, destacou.

Júnior Rocha Crédito: Jorge Luís Totti/Paysandu

Com esse resultado, o Papão caiu para a quinta posição, com sete pontos, e chega à rodada final da fase de classificação precisando vencer um concorrente direto. A equipe define a classificação contra o Santa Rosa no domingo (15), às 15h30, no Ipixunão, em Ipixuna do Pará.

Foto: Jorge Luís Totti / Paysandu

O treinador admitiu que a equipe teve um primeiro tempo insatisfatório, especialmente no que diz respeito à atitude competitiva. Segundo ele, a instabilidade também está relacionada ao processo de reformulação do time e à procura por uma nova identidade.

“Achei que foi uma noite diferente, porque tivemos um primeiro tempo abaixo em termos de competitividade, de entrar mais ligados. Oscilamos nos dois gols. Estamos em reconstrução, tentando tirar vícios e criar um novo modelo de jogo. São processos dolorosos no início, não é fácil”, ressaltou.