O volante Castro aguarda ansiosamente a final do Campeonato Paraense, com 31 anos, o atleta do Paysandu participou de nove jogos na temporada de 2026 e esteve presente na vitória por 2 a 1 contra o Remo, no primeiro jogo da final. Agora, ele se prepara, junto ao time, para a etapa decisiva do torneio, que pode lhe render o primeiro troféu com a camisa bicolor.

Os dois times definem quem ganhará a taça Estrela do Norte neste domingo (8), às 17h, no estádio Mangueirão. Para conquistar o título, o Paysandu pode empatar. Para o jogador, o bom rendimento defensivo do time depende do esforço conjunto. De acordo com ele, a marcação se inicia no setor ofensivo, conforme a estratégia de jogo estabelecida pelo treinador Júnior Rocha.
“A nossa defesa começa lá do ataque. O esquema de pressão que o professor pede ajuda muito. A bola já chega mascarada para a gente ali atrás”, explicou.
“A gente precisa se acertar bastante ali atrás, porque com o estádio cheio fica difícil para o treinador orientar. Então essa responsabilidade é nossa dentro de campo”, afirmou.

No primeiro jogo da final, o Paysandu saiu na frente, mas teve que aguentar a pressão do oponente nos minutos finais. Para Castro, saber lidar com esses momentos é essencial para qualquer decisão.
“Dentro de um jogo ninguém é 100% o tempo todo. Tem momentos em que você está muito bem e outros em que precisa saber sofrer. Se for para sofrer até o final e sair com o título, não vejo problema”, disse.
Apesar da vantagem do empate, o discurso no time bicolor é manter a mesma atitude que tiveram durante toda a competição.
“A gente vai entrar como se estivesse 0 a 0. A vantagem pode ser importante no final, mas antes disso precisamos jogar com a mesma garra e vontade”, ressaltou.
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