Edílson comenta momento no banco de reservas - Crédito: Reprodução/Redes Sociais do Edílson
Edílson comenta momento no banco de reservas - Crédito: Reprodução/Redes Sociais do Edílson

Acostumado ao Re-Pa, Edílson destaca fator decisivo na busca pela taça: É um…”

O primeiro tempo da final do Parazão entre Remo e Paysandu acabou com o Papão na frente. No próximo domingo (8), o Paysandu retornará ao campo com a tarefa de gerenciar o resultado e estabelecer seu jogo contra o adversário. Para isso, conta com a experiência de alguns jogadores, como o lateral-direito Edílson, que, de acordo com as contas oficiais, já enfrentou o tradicional rival em 14 ocasiões.

Foto: Jorge Luís Totti/Paysandu

São 14 clássicos em três temporadas, experiência que ele pretende utilizar em benefício do Bicola, mesmo admitindo que cada confronto tem suas particularidades.

“É um jogo, como falei para o grupo, uma final de quatro tempos. Já se passaram dois. Todo clássico é diferente, exige atenção e concentração. Sempre será decidido nos detalhes. Temos que entrar com foco total para que, no próximo domingo, a gente saia de campo como campeão”, observa.

Segundo o lateral, o Paysandu atual conta com um time coeso e integrado, fruto do trabalho realizado nos bastidores do clube, que combinou experiência e juventude. De acordo com ele, a equipe desenvolveu sua própria identidade e tem progredido ao longo da temporada.

Coletiva do jogar Edilson na PapãoTV
Coletiva do jogar Edilson na PapãoTV

“É uma transição que, a meu ver, a diretoria e a comissão técnica foram felizes nas peças que trouxeram e na manutenção dos que ficaram. Chegaram atletas que dão a vida, tem a garotada com disposição e vontade de vencer. Não tem ninguém acomodado aqui. Todo mundo quer seu espaço, quer ser campeão e fazer história. Hoje o Paysandu é isso.”

Taticamente, Edílson não joga mais como no começo de sua trajetória no clube. Ele aceita a mudança de função e refuta críticas ao seu desempenho individual, enfatizando o aspecto coletivo.

“Este ano estou fazendo a função que o professor tem pedido, que é atuar mais como lateral do que como ala, partir mais de trás para frente e dar essa sustentação defensiva à equipe. Independentemente disso, estou feliz, porque fazendo isso o Paysandu está vencendo e crescendo”, acrescenta.

O lateral-direito caminha para sua quarta temporada no Papão da Curuzu. (Matheus Vieira/Paysandu)

O jogador também indica o que considera ser o diferencial do time de 2026.

“Eu destaco a vontade e a determinação. O que o professor passa para a gente, o grupo cumpre. Todo mundo acata, todo mundo se entrega. O professor fala muito que corrige, e é verdade. É desafiador você reconhecer que errou e buscar melhorar. É muito bacana essa cobrança positiva por parte da comissão. Isso é algo louvável no grupo.”