O retorno do atacante Esli Garcia, de 25 anos, ao Paysandu pode ser dificultado por questões salariais, o Goiás-GO, clube que detém os direitos do jogador, estaria interessado em liberar o atleta de forma definitiva, e não por empréstimo, como supostamente teria sido informado à comissão de futebol do Paysandu.

A contratação do venezuelano teria sido discutida pelos membros da comissão durante uma reunião na terça-feira passada. No entanto, o salário do atleta no Periquito do Planalto se mostrou um empecilho para o retorno do jogador à Curuzu, onde ele esteve em 2024.
Garcia recebe um salário de R$ 110 mil no clube goiano, quantia que, de acordo com uma fonte bicolor, está significativamente acima do teto salarial estabelecido pela comissão de futebol do Papão para a formação do elenco da próxima temporada.

Além de um salário elevado em relação à situação financeira atual do clube paraense, Garcia também recebe auxílio para moradia e outros benefícios. No entanto, segundo uma fonte próxima aos dirigentes bicolores, a contratação do atacante ainda não está completamente descartada.
Se a diretoria do Goiás decidir mudar de estratégia para se desfazer do jogador, o Paysandu poderia retomar a negociação. Uma das propostas, aliás, seria que o Goiás arcasse com a maior parte dos salários do atleta, enquanto o Paysandu pagaria o restante.

No entanto, de acordo com membros da imprensa goiana, essa possibilidade parece bastante improvável. De qualquer forma, a insatisfação da direção do Verdão com o desempenho do jogador pelo clube, no qual o atacante anotou apenas dois gols e concedeu uma assistência, leva os dirigentes a desejarem se desfazer de Garcia.
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