Enquanto o Paysandu continua ativo no mercado em busca de reforços para a temporada e concentrado nas competições que irá disputar Campeonato Paraense, Copa Norte, Copa do Brasil e Série C do Campeonato Brasileiro , o presidente bicolor, Márcio Tuma, pôs fim a um boato que começou nas redes sociais sobre um possível retorno do atacante Rossi, que jogou pelo clube em 2025 e deixou a Curuzu “pelas portas dos fundos”.

De maneira direta, o dirigente afirmou que o atleta não integra mais o elenco do Paysandu. De acordo com Tuma, Rossi entrou com uma ação trabalhista contra o clube e conseguiu uma liminar que levou à rescisão do contrato.
“O Rossi ajuizou uma ação trabalhista e conseguiu uma liminar para rescindir o vínculo dele com o clube. O status do Rossi hoje é de atleta rescindido, ele não faz mais parte do elenco do Paysandu”, disse

A saída do jogador está ligada a uma questão legal que o clube teve de enfrentar após ser rebaixado para a Série B. Rossi ajuizou uma ação trabalhista no valor superior a R$ 5 milhões. Em 17 de dezembro, a 16ª Vara do Trabalho de Belém emitiu uma decisão liminar favorável ao atleta, confirmando a rescisão indireta do contrato especial de trabalho desportivo.
A juíza considerou que o Paysandu violou o contrato, incluindo atrasos nos salários e falta de recolhimentos obrigatórios. O valor da causa é superior a R$ 5,1 milhões. Segundo o processo, Rossi tinha um contrato com o Paysandu, com validade de 3 de janeiro de 2025 a 31 de dezembro de 2026, recebendo um salário mensal de R$ 100 mil.

Ademais, existia um contrato de direito de imagem no montante de R$ 175 mil por mês, o jogador afirma que não houve depósitos do FGTS entre julho e outubro de 2025, que os pagamentos de imagem referentes aos meses de agosto, setembro e outubro não foram feitos, e que o salário de novembro e a primeira parcela do 13º salário de 2025 não foram pagos.
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