📷 Equipe jurídica do Paysandu é apresentada durante coletiva no Banpará Curuzu |Foto: Jorge Luís Totti/Paysandu

Bastidores em movimento: Paysandu anuncia novo diretor jurídico

Durante um processo de reestruturação administrativa, política e financeira, o Paysandu avançou na busca pela profissionalização de setores estratégicos do clube. Nesta semana, a diretoria anunciou oficialmente Bruno Castro como o novo diretor jurídico do Bicolor. Uma coletiva de imprensa realizada na sexta-feira (26), presidida por Márcio Tuma, foi além do anúncio institucional também funcionou como uma prestação de contas minuciosa do trabalho realizado pelo departamento jurídico desde janeiro de 2023, um período caracterizado por bloqueios judiciais, passivos históricos e uma transformação significativa na estrutura interna do setor.

Márcio Tuma, novo presidente do Paysandu – Crédito: Reprodução/Papão TV

Ao iniciar a coletiva, Márcio Tuma destacou que a atual administração estabeleceu como princípio aumentar a transparência tanto com a torcida quanto com a imprensa. De acordo com o presidente, a divulgação de dados, estatísticas e informações sobre áreas críticas do clube será contínua durante o processo de transição administrativa.

“Desde a apresentação da presidência, eu disse que nossa comunicação com a torcida seria intensa. Esse momento exige esse tipo de postura. Estamos aproveitando a chegada do Bruno para também prestar contas do trabalho desenvolvido pelo jurídico desde janeiro de 2023”, afirmou Tuma.

Na mesma ocasião, o dirigente anunciou que Bruno Castro, advogado que já havia trabalhado no clube em 2007 e que tem um histórico de colaboração com a atual gestão em várias frentes jurídicas e institucionais, assumiria o cargo de diretor jurídico.

O advogado Bruno Castro é o novo diretor jurídico do Paysandu. | Foto: Jorge Luís Totti/Paysandu

Segundo Márcio Tuma, o departamento jurídico do Paysandu passou por três fases diferentes nos últimos anos estabelecimento da estrutura, fortalecimento das atividades e, finalmente, internalização dos processos.

“Em 2023, tivemos nove bloqueios judiciais. Precisávamos dar estabilidade financeira ao clube. A partir de 2024, internalizamos tudo. Hoje, o setor jurídico do Paysandu é totalmente contratado e autônomo”, explicou o presidente.

Márcio Tuma assume presidência do Paysandu e prioriza resolução de dívidas trabalhistas | Jorge Luis Totti, ascom Paysandu

De acordo com o presidente bicolor, até 2023, o departamento jurídico operava de forma informal, sendo principalmente mantido pela atuação voluntária de advogados. Com a nova administração, foi criada uma estrutura híbrida, combinando advogado interno e escritório externo, modelo que permaneceu em vigor durante 2023 e parte de 2024.