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Paysandu é cobrado por Gabriel em momento decisivo: “Vergonha na cara”

Paysandu recebe forte cobrança de Gabriel Mesquita após tropeço na Série C, e goleiro…

Por Rafaela Brasileiro · 3 min de leitura
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Gabriel Mesquita, goleiro do Paysandu
Foto: Jorge Luís Totti / Paysandu
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A derrota do Paysandu por 2 a 1 para o Brusque-SC, na abertura do quadrangular da Série C do Campeonato Brasileiro, provocou uma cobrança forte dentro do próprio elenco. Gabriel Mesquita pediu “vergonha na cara“, mais responsabilidade e “malandragem” ao time bicolor para reagir na fase decisiva da competição.

O goleiro também revelou preferência por atuar na Curuzu em vez do Mangueirão. Para ele, a pressão criada pela Fiel no Vovô da Cidade representa uma dificuldade adicional aos visitantes.

“Particularmente, eu prefiro a Curuzu. É um clima hostil para o adversário. Quando você sobe ali para aquecer, você sente. Eu já joguei contra o Paysandu aqui, é adversário batendo naquele vidro lá, a torcida empurrando em um momento difícil. (…) A Curuzu é um caldeirão realmente, a gente sabe que é muito difícil para os adversários ali dentro”, disse.

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Gabriel Mesquita prefere Paysandu jogando na Curuzu

Apesar da preferência, Mesquita deixou claro que o estádio não explica o resultado diante do Brusque. O goleiro elogiou as condições do Mangueirão e, principalmente, a presença da torcida bicolor.

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“Onde a gente é posto para jogar, diante do nosso torcedor, a gente tem que corresponder. O Mangueirão é um grande palco, um gramado excelente, nosso torcedor deu show mais uma vez, mas não conseguimos corresponder”, opinou.

A partir disso, Gabriel direcionou a cobrança aos próprios jogadores e pediu desculpas à Fiel.

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“É difícil, mas o nosso torcedor, a gente precisa dele, porque sem eles nós não somos nada. Eles fizeram uma festa linda de novo. É pedir desculpa de novo, ter vergonha na cara e assumir mesmo a responsabilidade que é jogar no Paysandu”, lamentou.

Goleiro Gabriel Mesquita. Foto: Jorge Luís Totti/Paysandu

Gabriel cobra mudança no Paysandu

O goleiro identificou a competitividade como um dos pontos que precisam evoluir. Ao analisar o comportamento do Brusque, cobrou do Papão maior capacidade para interromper as jogadas adversárias.

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“A gente viu o time do Brusque aí, (quando) os atacantes, o Ítalo, tocam na bola, os caras chegam fazendo a falta. Acho que a gente tem que melhorar isso, a nossa pegada ali, fazer falta. A gente precisa ser mais malandro, parar mais o jogo para parar de dar essas oportunidades para eles, porque o campeonato pede isso, a gente tem que entender”, disse.

Sem pontos após a primeira rodada, o Paysandu agora precisa buscar recuperação fora de Belém. O próximo compromisso será contra a Ferroviária-SP, domingo (13), às 16h, na Fonte Luminosa, em Araraquara.

“No segundo tempo já entendemos bem, conseguimos fazer algumas faltas ali que eles não conseguiram progredir. Eu acho que é isso (…) Vamos dar a vida dentro de campo para buscar pontos em Araraquara e fazer um grande jogo”, finalizou Gabriel.

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