Após renúncia de Roger Aguilera, Márcio Tuma assumiu presidência do Paysandu
O Paysandu enfrenta uma fase turbulenta em sua trajetória, tendo sido rebaixado para a Série C do Campeonato Brasileiro em 2025. Para piorar, o Remo, seu principal adversário, finalizou a Série B garantindo o acesso à primeira divisão do futebol brasileiro. Márcio Tuma, presidente do clube bicolor, comentou sobre a pressão de liderar uma equipe com uma enorme torcida, onde a rivalidade intensifica ainda mais essa pressão.

Após a renúncia de Roger Aguilera, Márcio Tuma tomou posse como presidente do Paysandu, em entrevista à Rádio Liberal +, o novo presidente do Paysandu comentou sobre a situação em que o clube foi rebaixado para a Série C, enquanto o rival foi promovido à Série A. Ele acredita que o Papão deve se concentrar exclusivamente em si mesmo, sem se distrair com outras coisas, uma vez que o clube está em processo de reconstrução e possui suas próprias demandas.

“Eu vejo que o Paysandu precisa focar nele mesmo. O Paysandu é gigante, têm processos próprios e não temos o tempo todo tendo que olhar para o rival, até em respeito a todos os clubes que vão jogar o Campeonato Paraense. Existe o rival tradicional, mas existem outros que chegam, vez ou outra ganham”, disse.

O Paysandu fará sua estreia na temporada 2026 no próximo domingo (25), às 17h, enfrentando o São Raimundo no Estádio da Curuzu, em Belém, na primeira rodada do Campeonato Paraense. O Portal OLibral.com e a Rádio Liberal + farão a cobertura da partida com comentários em tempo real.
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