O Paysandu enfrenta a Tuna na Curuzu, buscando garantir uma vaga na semifinal do Parazão, o zagueiro Castro, do Papão, um dos jogadores mais experientes do elenco bicolor, comentou sobre o próximo confronto contra a Lusa. O defensor comentou sobre a campanha do time na fase inicial, a oscilação da equipe, o apoio dos torcedores e a pressão de atuar em um clube de grande porte, além de compartilhar essas experiências com os jovens da base, que têm se destacado na equipe no começo da temporada.

“Pelas circunstancias da primeira fase fizemos uma boa campanha. A mistura entre os atletas experientes com a garotada foi muito boa, eles vêm ajudando e fazendo isso muito bem. Estamos com a base, jogando com dois ou três da base, mas sempre terminamos a partida com quatro, cinco. Estamos vendo a importância deles para a sequência do campeonato”, disse.
O zagueiro bicolor recordou o jogo contra a Tuna na fase inicial, em que o Paysandu perdeu por 1 a 0 em uma jogada controversa que resultou na marcação de um pênalti após a intervenção do VAR. Castro está ciente dos desafios, ressaltando que o confronto será um clássico.
“Oscilar no campeonato é normal. Tivemos duas derrotas, uma foi polêmica, em um lance em que eu participo, contra a Tuna, em que eu subi, fiz o movimento para cabecear e na minha concepção não foi pênalti, mas para isso existem outros profissionais, o penal foi dado e isso já passou. Agora é focar nesse jogo, sabemos que não será um adversário fácil, por ser um clássico, que conhece a nossa equipe”, falou.
Castro destacou a relevância do torcedor nesse período em que o clube está passando por uma reformulação. O defensor recordou jogos em que a torcida estava contra e deseja que toda essa pressão agora, contra a Tuna, esteja a seu favor.

“É importante voltar a Curuzu. É uma decisão, jogo único, jogar em casa diante o torcedor. É um gramado em que estamos adaptados e nossa torcida faz toda a diferença. Já joguei contra o Paysandu umas quatro ou cinco vezes, sempre tinha aquela pressão da torcida. Agora ela está ao meu favor. Às vezes estamos cansados, fora de campo e acabamos tirando força de onde não tem”, comentou.
Castro, aos 31 anos, ensina aos jovens da base a importância de manter o foco, tanto nos treinos e jogos quanto fora das quatro linhas. O jogador tomou a posição de líder do time e tenta transmitir isso aos mais jovens, que têm sido um dos destaques da equipe do Paysandu nesta temporada.
“Estamos conversando com os mais novos, dando tranquilidade a eles e mostrando que somos testados topos os dias, independente da idade. Estou com 31 anos e tenho que sempre estar bem, o que fizemos ontem, hoje já não tem validade. Independente da idade é pensar que vocês estão no grupo para ajudar, todos possuem seu valor no grupo”, finalizou.
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